sexta-feira, 13 de março de 2009

A curiosa mente humana

Se percebermos, nós vemos o que apenas queremos. Sempre associamos cada detalhe e objeto de acordo com a nossa satisfação pessoal. Nossos desejos estimulam o modo como enxergamos o mundo a nossa frente, tornando ele, característico de acordo com as nossas característias.
É comprovado cientificamente de que utilizamos não mais que 10% do cérebro, este complexo receptor e indultor de pulsos elétricos que comandam o nosso corpo. Nós, destemidos e incapazes de entender totalmente o que verdadeiramente somos, faz com que o sabor do desconhecido continue a tona.
Nós controlamos todas as nossas ações, contudo, acredito que somos induzidos pelo nosso cérebro a fazermos exatamente isso que estamos fazendo. Isso mesmo, o cérebro literalmente manda na gente. Angústias, vontades, tipos de pessoas por qual você se apaixona, é determinada pela única e exclusiva vontade de seu cérebro.
Isso nos mostra que: o que queremos, não é o que realmente queremos. E por isso existe a possibilidade de mudar. Errado. Nós não mudamos de opinião, apenas se o nosso cérebro querer. Podemos, é óbvio fazer coisas que não nos deixem felizes, porque a felicidade depende das vontades da massa cefálica dentro de seu crânio.
Por isso, as escolhas, as vontades, os desejos, os amores, tudo, é somente deles.
Eles que decidem. E nós apenas ou fazemos o que eles querem, ou sofreremos eternamente.

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